quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A cegueira do segundo seguinte

Prostei-me ao tempo

Pedindo ao futuro resposta profícua

Ao que tudo indica, terei que arriscar

O mundo seguro onde fica?

Onde as cartas marcadas irão me levar?

Meus atos são pontos de vista

De olhos que nunca souberam enxergar

Minha vida, malabarista

Cacos do mundo que eu vi e ouvi

Tudo que eu quis acreditar.


Silveira Machado

5 comentários:

Gabriella disse...

Você me emociona...

The human who sold the world disse...

Será que isso tem a ver com o Pontinhos?

joão paulo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
joão paulo disse...

Vô Tônico disse...
Você é verdadeiramente poeta e não é nada cego. Parabéns!

Leonardo Borba disse...

Muito Bom esse!

Reflexivo.