Vendo televisão
Cotidianamente
Fiquei burro.
Mais que burro,
fiquei dócil
Como isso não é o que
Quero para minha vida.
Vendo televisão.
Gledson Vinícius
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Descançamentos
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Escape
Essa coisa de escrever o que se sente
Com olhos molhados “docorrido”
Vai fazer “dieu” silente
Um pouco menos dolorido.
Gledson Vinícius
Com olhos molhados “docorrido”
Vai fazer “dieu” silente
Um pouco menos dolorido.
Gledson Vinícius
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Cubismo
Prevaleço inconstante sob sentimentos
Não tenho ótica sobre os problemas que me entulham
Nem soluções plausíveis para a vida.
Sinto real meus devaneios
Tanto quando o toque seda das angústias.
Ora meus medos se avolumam,
Me entorpecem, claramente me noturnam
Ora me consolo em simplesmente seguir minha sina
Debulhar anseios, profanando verbos...
Me esfacelo nessa vida que escrevo
Mas prevaleço, mesmo inconstante,
Nessa pilha de versos em que ardo.
Gledson Vinícius
Não tenho ótica sobre os problemas que me entulham
Nem soluções plausíveis para a vida.
Sinto real meus devaneios
Tanto quando o toque seda das angústias.
Ora meus medos se avolumam,
Me entorpecem, claramente me noturnam
Ora me consolo em simplesmente seguir minha sina
Debulhar anseios, profanando verbos...
Me esfacelo nessa vida que escrevo
Mas prevaleço, mesmo inconstante,
Nessa pilha de versos em que ardo.
Gledson Vinícius
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Diuturnamente

Cotidianamente acordo e vivo
Floreço matutino na manhã de um novo tempo
Todo dia,
E de novo.
Marco visitas e almoços
Almoço todo dia
De novo.
Intercalo ligações e sonhos
Banhos e medos
Dias de chuvas e falsas declarações
Cotidianamente.
Floreço em mim
às vezes triste
às vezes cansado
às vezes sem saco
Todo dia
Cotidianamente
Mas às vezes
Raramente
Tenho a impressão
Que tudo é igual
Diuturnamente.
Gledson Vinícius
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