sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Morte e vida

Os pulsos cortados

Matam o medo que tenho

O sangue que verte da fenda

Lava a alma do homem que chora

Enquanto lá fora o tempo que passa, urge.




Silveira Machado

Um comentário:

Rodrigo Dutra disse...

blogueiros uni-vos!
viva a poesia que une as pessoas!
to seguindo!